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Um pouco que diz muito sobre o corpo

“O iogue crê que seu corpo foi-lhe dado pelo Senhor não apenas para o prazer, mas também para serviro a seus semelhantes em cada momento alerta de sua vida. (…) O iogue compreende que sua vida e todas as suas atividades são parte da ação divina sobre a natureza, manifestando-se e operando na forma humana. Seu corpo é um templo que abriga a Centelha Divina. Ele sente que negligenciar ou negar as necessidades do corpo e pensar nele como algo não-divino é negligenciar e negar a vida universal de que ele faz parte. As necessidades do corpo são as mesmas do espírito divino que vive através do corpo. (…)

 
 O iogue nunca negligencia ou moritifica o corpo ou a mente; ele cuida de ambos. Para ele, o corpo não é um obstáculo para sua libertação espiritual, nem a causa de sua queda, mas um instrumento de aperfeiçoamento. Procura ter um corpo tão forte quanto um raio, saudável e livre de sofrimento, de modo a dedicá-lo ao serviço do Senhor.”

Fonte: http://christianrocha.wordpress.com/2007/12/19/a-saude-do-homem-medieval-e-a-sua/

O Gordo e o Magro


A história da série O Gordo e o Magro tem seu início por volta de 1918, quando a companhia produtora Sun-Lite Pictures produziu um filme mudo chamado “The Lucky Dog”, exibida em 1921, onde dois cômicos, um ator inglês, bem magrinho chamado Stan Laurel e o outro, ao contrário, um ator norte-americano gordo conhecido como Oliver Hardy, participou desta produção, cada um desempenhando seu papel. Em 1926, voltaram a se encontrar novamente numa produção de Hal Roach chamada “45 Minutes from Hollywood”, mas como da primeira vez, cada um representou seu papel dentro do filme, isoladamente. Alguns anos depois foram novamente chamado pelo diretor Fred Guiol e pelo supervisor Leo McCarey, para formarem uma dupla cômica no filme “The Second Hundred Years”. Assim nascia a famosa dupla de cômicos, Laurel & Hardy, que no Brasil ficou conhecido como O Gordo e o Magro.


A partir de então, a dupla de cômicos passou a atuar nas produções de Hal Roach. Nessa mesma época o cinema via nascer o som nas películas e muitos filmes passaram a ser sonoro, o que provocou o desaparecimento de muitos atores do cinema mudo, por não se adaptarem a essa nova tecnologia. Por sorte a dupla, Laurel & Hardy conseguiram uma incrível adaptação a esse novo sistema, já que o acento inglês de Laurel combinava perfeitamente com a sonoridade serena de Hardy, criando assim um novo conceito nesses personagens, dando uma perfeita harmonia entre o humor visual e os diálogos. A primeira experiência neste novo cinema surgiu num curta-metragem chamado “Unaccustomed As We Are”, em 1929.


A partir de então a dupla, Laurel & Hardy, passou a participar de diversos curtas-metragens, sonoros e longa-metragens, fazendo cada vez mais sucesso, chegando a ganhar, em 1932, um Oscar como o melhor curta-metragem de comédia com o filme “The Music Box”.Por volta de 1936, o produtor Hal Roach resolveu deixar a MGM, que distribuía seus filmes e assinou contrato com a United Artists em 1938. Por essa época Laurel e Hardy já não estavam se entendo e as brigas eram constantes, a tal ponto de Roach despedir Laurel em 1939 e criando uma nova dupla cômica com Hardy e Harry Langdon, um antigo ator do cinema mudo e juntos fizeram o filme chamado “Zenobia”, naquele mesmo ano, mas a dupla não tinha liga e Laurel foi readmitido novamente.


Por volta de 1940, Laurel & Hardy não quiseram mais trabalhar para Roach e foram para outras companhias como a Fox e MGM, mas não se deram muito bem, ficando relegados a filmes classe B. Nos fins dos anos quarenta, cada um deles tentou trabalhar em outros filmes separadamente e ambos mostraram serem bons atores. Finalmente em 1951, a maior dupla de todos os tempos, realizava o seu último filme junto em “Atoll , também conhecido como “Utopia”. O filme mostrava um Hardy mais obeso e um Laurel visivelmente doente e a película acabou não sendo bem recebido. Depois desse filme a dupla deu um bom tempo de folga e de vez em quando, um ou outro participava de um filme. Suas últimas aparições na televisão foi no programa da BBC chamado “Grand Order of Water Rats”.


Oliver Hardy teve na manhã de 14 de setembro de 1956 um derrame cerebral que deixou seu corpo imobilizado e acabou morrendo em 7 de agosto de 1957. Laurel não compareceu em seu enterro e disse que Hardy o entenderia. Nos anos seguintes Laurel voltou a fazer pequenas participações em alguns filmes e também recebeu um Oscar honorífico por sua contribuição ao cinema em 1963. Stan Laurel morreu em de um ataque de coração em 23 de fevereiro de 1965. Os seriados de televisão chamados de Laurel & Hardy são na realidade alguns filmes de curta-metragens mudos, realizados durante as épocas áureas da dupla, que foram adaptados em forma de series e passaram a ser apresentando em diversas emissoras de televisão, em várias partes do mundo.

A dupla, Laurel & Hardy aparecem em aproximadamente 106 filmes, de diversas categorias como curta-metragens - mudos, sonoros e longa-metragens - coloridos. No Brasil foram exibidos 37 episódios, de 25 minutos cada, em preto e branco, com versão da AIC-São Paulo, na década de 60 e 70 por várias emissoras e reapresentados novamente em 2001 pela Rede Record.  
Veja "O Dentista" em: 
http://www.youtube.com/watch?v=cT8SDw-LAiM 

Gordos e Magros




Comédia de costumes envolvendo o contraste entre gordura e magreza e riqueza e pobreza.

Carlos é o gordo, um camarada de família rica, mas triste pela rejeição por causa de seu peso.

Ele quando ele conhece o faquir Sakhan, um sujeito magro, que batalha para viver e saiu do nordeste para a cidade grande.

Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Palavras-Chaves: Malhar, Comer, Beber, mais...
Distribuidora(s): Embrafilme
Produtora(s): Embrafilme, Filmes do Serro, Jodaf, Produções Cinematográficas R.F. Farias Ltda.

Diretor(es): Mário Carneiro
Roteirista(s): Antônio Calmon, Mário Carneiro, Tereza Queiroz Guimarães, Ivan Lessa
Elenco: Roberto Bonfim, Sérgio Britto (1), Tônia Carrero, Hugo Carvana, Manfredo Colassanti, Jarbas Cumé-que-pode, Maria Lúcia Dahl, Carlos Alberto de Souza Barros, Edgard Dias, Vera Maria Domingues, Wilson Grey, Carlos Kroeber, Zezé Macedo, José Marinho, Judy Muller


Modelo Plus Size


Quando o assunto é moda, algumas pessoas obesas confessam passar por constrangimentos nas lojas de vestuário, principalmente feminino até mesmo nas lojas com tamanhos especiais. Elas constatam que as confecções literalmente esquecem que existem pessoas de tamanhos um pouco maiores e, quando se propõem a fazer modelitos especiais, o resultado é de peças cafonas, ou seja, de tecidos e recortes que não acompanham as tendências da moda.

Há quem diga que No Brasil, menos de 5% das roupas são fabricadas nos tamanhos grandes, de 46 em diante. Só 10% são tamanho 44. A maioria, 70%, são pra quem veste entre 38 e 42, ou seja, a população está cada vez mais alta e robusta e as roupas cada vez menores.

A alternativa para não ficar rodando por aí é, como antigamente, fazer roupas com costureiras com as quais o obeso sente melhor, mais acolhido e com possibilidade de obter aquela roupa que lhe convém.

Precisamos lembrar que a roupa certa para qualquer pessoa é aquela que vem junto com sua auto-estima, pois o importante é se sentir bem com a roupa que lhe dá conforto e faz sentir satisfeito com o visual.

Algumas empresas do segmento de vestuário feminino que normalmente atendem ao público de medidas de passarela, há algum tempo estão investindo nos tamanhos acima do manequim 44 até o 54.Na divulgação, podemos encontrar chamadas identificam essas mulheres como "mulheres da vida real", um apelo desnecessário, pois classifica as mulheres com medidas menores como não sendo da vida real... seriam de qual tipo de vida então?

Infelizmente, a lógica da propaganda é sempre a mesma: desmerecer aquele que não está no alvo do mercado em divulgação. Uma comprovação disso está em um  dos textos que encontrei, onde a empresa utiliza a expressão 'ditadura da moda' e logo em seguida apresenta seu produto como valorizador dos corpos e favorecedor da imposição da presença dessas mulheres 'onde quer que cheguem'. Isso não é também tentar fazer ditadura?

Descobri nessas andanças a modelo Flúvia Lacerda. Ela é carioca, tem 28 anos e veste manequim 48. Com um rosto muito bonito e com essa medida, ela se tornou uma das modelos de publicidade mais bem pagas do segmento Plus Size (especializado em moda para gordinhas) nos Estados Unidos e na Europa. Suas fotos verdadeiramente revelam um corpo feminino bonito, bem vestido, cheio de curvas e que ela garante ser saudável. Na entrevista publicada no Youtube a modelo declara achar que no Brasil não conseguiria o mesmo sucesso pela ausência desse mercado na moda brasileira.


 

Veja o site da modelo:
http://www.fluvialacerda.com/album0.html

Veja sua entrevista:
http://www.youtube.com/watch?v=3bzODO4umgU

Eu já fui gordinha


A prova está aí... eu já fui gordinha!

De uma mãe que adora comer e cozinhar, o que vc esperava? Amamentada, sim! até 1 ano e 2 meses, quando já andava tudo. Mas, de vez em quando, rolava para dentro um anguzinho com caldinho de feijão - assim ela me conta. Era de suar e dormir a tarde toda! Quase um desmaio. Quando critico essa conduta de alimentação para um bebê, a frase que ela me devolve é:  - Não morreu, tá aí vivinha da silva. Conheci as papinhas industrializadas com carinha de bebê e o leite industrializado, mas o sucesso total era a geléia de mocotó. Em tudo que combinava, botava. Eta docinho bom! Em consequência, quem queria me carregar? Minha mãe, é claro! Todo mundo fugia do meu peso-pesado. Mas ela tinha orgulho de ter uma filha 'saudável'!
Quase fui inscrita no Concurso de Robusteza Infantil! Como ia ficar minha moral agora, trabalhando com obesidade? 

Não sei o que eu fiz, mas cresci com peso normal apesar da comilança ou melhor, da panelança, que continuava lá em casa. Meu irmão, mais novo 3 anos que eu , foi um bebê mais pesado ainda e também não cresceu gordo. Tem explicação? Acho que tem: nosso pai também não é gordo, só a mamãe oscilava entre o sobrepeso e a obesidade.
Não era o caso de eu resistir à comida farta do fogão dela... eu simplesmente não desejava tudo aquilo.

No colégio eu detestava a aula de Ciências sobre vitaminas e mineriais, depois esqueci o que detestava e fui fazer Nutrição. Aprendi a adorar os alimentos, mas só nos textos dos livros e tabelas. Adorei estudar e falar sobre os alimentos. Mas no prato... continuei com poucos comestíveis.  

Um quilo a mais me faz sentir abafada! É suficiente para ver tanto a 'comida boa' como a 'comida ruim' como inimigos. O único desejo é conseguir extirpar aquele quilo em excesso.
Quer saber se estou magra? Eu diria que pelo padrão de passarela não sou permitida ficar nessa classificação, apesar do IMC 23 atualmente.

Até quando vou ficar assim? Bem, não sei, mas pretendo permanecer com boca pequena e olhos magros. Fácil não é com tanta guloseima colorida e com tanta embalagem inteligente.
Vou estar aqui sempre falando de obesidade, mas só da boca pra fora, porque da boca para dentro, ainda não estou habilitada pela balança.

Arlete Santos

Campanha Nacional de Prevenção à Obesidade

O dia 16 de outubro está indicado como o Dia Mundial da Alimentação e nesse clima no qual só se fala de Alimentação Saudável, a ABESO lançou a Campanha Nacional de Prevenção à Obesidade tendo a particiapação de diversas empresas e instituições do Rio de Janeiro e São Paulo.




Campanha Nacional de Prevenção à Obesidade

O gosto e o preço das frituras

No site da Revista Super Interessante tem uma matéria muito legal sobre o sabor que a gordura dá aos alimentos.
A nutricionista Márcia Fidelix, presidente da Associação Brasileira de Nutrição, nos diz que a gordura aquecida faz o alimento desenvolver odor, cor e textura - são as propriedades organolépticas, aquelas que percebemos por meio dos sentidos. E é por isso que muitas pessoas demonstram preferência por essas preparações.


Entretanto, a partir de uma certa quantidade de alimentos gordurosos, a digestão se torna mais lenta e a sensação não é das mais agradáveis. A fritura satisfaz, mas também engorda, maltrata seu coração e aumenta o risco de câncer.

Confira a matéria na íntegra no link da Super Interessante: http://super.abril.com.br/saude/fritura-tao-gostoso-497284.shtml

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